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Publicações
Além das edições compiladas, a equipa d'O Cola está constantemente a trabalhar para dar voz à comunidade académica. Nesta página, podes encontrar artigos que, pela sua urgência e/ou carácter periódico, são publicados exclusivamente online.
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Something like that
Editado por: Rita Costa Nate always knew when he was dreaming. It had become sort of a superpower. Tonight, the bench he was sitting on was too stiff, the ocean view too blue. And, of course, she was there. “I never understood your thing with the ocean,” she said. He could feel her presence even before she started speaking. She had always been like this, impossible to ignore. “I mean, I sort of get it. It’s the sea and it’s poetic and all that. But if you really think about i
Maria Afonso
2 min de leitura
Estudantes reúnem-se na FLUL para debater paz, direitos e justiça internacional
No próximo dia 13 de maio, o Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) recebe o “Encontro de Estudantes pela Paz”, uma iniciativa promovida no âmbito do 20.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes. O encontro decorrerá entre as 09h30 e as 18h00 e reunirá estudantes, dirigentes associativos, académicos, jornalistas, ativistas e especialistas em relações internacionais para um dia de debate e reflexão sobre os desafios contemporâneos da paz,
Laura Prezzi
2 min de leitura
Festas Universitárias e Carteiras Vazias
Editado por: Catarina Casal A vida universitária é muitas vezes interpretada como uma fase de liberdade, descobertas e festas — e, de fato, é. Longe dos pais, os estudantes experimentam pela primeira vez a realidade da independência: gerem o seu próprio tempo, tomam decisões por conta própria e, claro, entram no universo das festas universitárias. Mas junto com essa liberdade vem também um desafio que todos conhecem bem: manter o entretenimento mesmo quando a carteira insist
Laura Prezzi
2 min de leitura
Intervalo
Editado: Eva Luna Hoje é mais curto o intervalo entre os meus ciclos de mulher. Vou notando a brevidade com que as minhas unhas, os meus cabelos voltam a crescer. As semanas ferem, lançando-me contra o muro do tempo, avisando-me de que se eu parar, me arrependo. Sinto o peso da idade, da tamanha saudade com que faço e penso tudo. Sofro com a brutalidade de todas as coisas, com medo de ser neste mundo. Penso de tal modo em não ser, em desvanecer, toda e por inteiro. Des
Rita Coelho
1 min de leitura
The liberation of Auschwitz-Birkenau’s concentration camp
Translated by: Catarina Pereira Auschwitz-Birkenau’s concentration camp, considered the main concentration camp of Nazi Germany — due to the high number of victims (around one hundred thousand and one million), the centrality of the final solution plan, the cruel medical experiments that were done there, etc, — and the most emblematic symbol of the Holocaust, did on the past 27 of January of 2026, eighty one years since it was liberated. The camp was operated from May 1940
Rodrigo Gil
2 min de leitura
A libertação do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau
Editado por: Laura Santos O campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, considerado o principal campo de concentração da Alemanha Nazi — devido ao elevado número de vítimas (cerca de um milhão e cem mil), à centralidade no plano da solução final, às cruéis experiências médicas que lá se faziam, etc, — e símbolo mais emblemático do Holocausto, fez no passado dia 27 de janeiro de 2026 oitenta e um anos que foi libertado. O campo foi mantido em atividade desde maio de 1940 até
Rodrigo Gil
2 min de leitura
Paulina Chiziane: The Power of the feminine voice
Translated by: Bárbara Ferreira There are books that teach us. Now, others seem to have the purpose of making us think. If asked, what I consider the most captivating is having someone to talk to about these stories which stay with us. Throughout this essay I am going to share, in a general view, the opinions and perspectives I have towards the Mozambican writer Paulina Chiziane and her novel The Joyful Song of the Partridge. With this, I consider it unnecessary to say that I
Mariana Ribeiro
5 min de leitura
Paulina Chiziane: O Poder da voz feminina
Editado por: Giovana Oliver Há livros que nos ensinam. Já outros aparentam ter o propósito de nos fazer pensar. Se me perguntarem, o que eu considero mais cativante é ter com quem falar sobre as histórias que tanto nos marcam. Neste texto irei partilhar, num panorama geral, as opiniões e perspetivas que tenho relativamente à escritora moçambicana Paulina Chiziane e à sua obra O Alegre Canto da Perdiz. Com isto, considero escusado referir que irei falar de muitos outros temas.
Mariana Ribeiro
5 min de leitura
Winning Contest
Editado por: Lourenço Ramos You were power in my hands. A killing jagged sword, The smoke in my lungs Like a deadly addiction. You consume all of me and The power you once cared to give Is now used against me and Once I started to forget I— Forget your deadly passion. I move and move, But I can never win. If you, so cunning, Continue to be the reflection Of all the power haunting me.
Beatriz Brito
1 min de leitura
O Talho
Editado por: Sara Coelho Está tudo como eu me lembro. As mesmas pessoas, os mesmos sons, os mesmos cheiros e os mesmos passos. Muitos deles são lentos e despreocupados, outros parecem que têm pressa para sair dali, já que têm mais que fazer. Esta pequena mercearia onde eu costumava vir — às vezes, até passear — faz-me sentir em casa, mas realmente nunca entendi porquê. Parece que se está a tornar repetitivo, mas não consigo parar. Não tenho porque parar. Então continuo, conti
Caim (Ariana Resende)
3 min de leitura
The Butcher’s shop
Translated by: Catarina Pereira Everything is just like I remember. The same people, the same sounds, the same smells and footsteps. Many of them are slow and carefree, while others look like they are in a rush to leave, as they have more important things to do. This small grocery store that I used to come to — sometimes, even stroll by – makes me feel at home, but I never really understood why. It seems that it is getting repetitive, but I can’t stop. I don’t have a reason t
Caim (Ariana Resende)
3 min de leitura
Sonho Acordado
Editado por: Margarida Ferreira Certa noite, enquanto circulava por cada canto à procura da sua ceia, um ratinho do campo deparou-se com um edifício peculiar: um abominável prédio, de vinte andares, feito de queijo, composto por amplos buracos. Curioso e faminto, o ratinho aproximou-se da sua boa fortuna. Enquanto saboreava o queijo que integrava a parede do primeiro andar, começou a ouvir grunhidos descontentes. Inquieto, decidiu espreitar por um dos buraquinhos arquitetónic
Diana Ildefonso
3 min de leitura
Daydream
Translated by: Bárbara Ferreira On a certain night, while walking through every corner looking for his supper, a little country mouse found himself face to face with a peculiar edifice: an abominable building, twenty floors high, made of cheese, composed of ample holes. Curious and starving, the little mouse came closer to his good fortune. While enjoying the cheese which integrated the wall of the first floor, he started hearing unhappy grunts. Uneasy, he decided to peek thr
Diana Ildefonso
3 min de leitura


Poe, Master of Horror
Traduzido por: Sofia Perestrelo Edgar Allan Poe is considered by many to be the father of detective novels, a master of the gothic and of psychological terror, and a pioneer for science fiction. In his works we may find themes of death, obsession and madness, often led by unreliable narrators, to boot. The French author Baudelaire, renowned for his poetic compilation Flowers of Evil, was a key figure in the dissemination of Poe’s works in Europe. Later renowned authors, such
Mariana Ribeiro
3 min de leitura


Poe, o mestre do Horror
Editado por: Sara Coelho Edgar Allan Poe é considerado o pai do conto policial, mestre do gótico, do terror psicológico e pioneiro da ficção científica. Nas suas obras, aborda temas como morte, obsessão e loucura, acrescentando ainda à equação narradores pouco confiáveis. Baudelaire, autor de As Flores do Mal, foi quem disseminou as suas obras pela Europa. Já autores como H. P. Lovecraft (Nas Montanhas da Loucura), Arthur Conan Doyle (Sherlock Holmes) e Júlio Verne (A Volta a
Mariana Ribeiro
3 min de leitura


A influência das armas e da cultura: uma breve explicação sobre Hard e Soft Power
Editado por: Catarina Casal Com a globalização, o poder de um país já não se mede apenas pela sua capacidade militar ou económica. Atualmente, o poder de persuasão e a sua capacidade de atrair aliados e parceiros de negócios tornaram-se igualmente relevantes. Surge, assim, a distinção entre Hard Power e Soft Power. Por um lado, o Hard Power baseia-se no uso da força militar, na coerção e em políticas de maior imposição. Por outro, o Soft Power expressa-se como uma forma de in
Nicole Barros
2 min de leitura
Com a vassoura espanto o pó
Editado por: Eva Luna Com a vassoura espanto o pó E o chapéu pontiagudo chega ao céu Varro o mal sem dó Bebo da lua Uso o manto da noite Danço na rua Colho as ervas da serra Agradeço à terra Crio num caldeirão Voo sem sair do chão
Diana Colaço
1 min de leitura
Rosa Traiçoeira
Editado por: Alexander Piffer Rosa traiçoeira, é essa a rosa que eu cultivo. Rosa sangue, rosa morte. De pétalas súbitas, deleite onírico. Em todos os meus sonhos, o desgosto do meu íntimo solo. Rosa vinho, rosa vício. Beijo no meu rosto, corda no meu pescoço. Rosa talhada, fulminada, em fonte, envenenada. Carrossel de loucura, amarga ternura. Fruto do meu estupro sentido, face de meia-lua. De outro mundo vieste, ó rosa das pétalas tortas. No meu solo lavrado, um campo de gir
Lara Carrinho
1 min de leitura
Os perigos da pornografia
Editado por: Matilde Fernandes Um vício normalizado pela sociedade e encoberto pelos que o têm. A pornografia enraizou-se em muitos cérebros, principalmente nos dos mais jovens, e as consequências são diversas. O objetivo deste artigo não é humilhar aqueles que se encontram presos por este vício, mas sim, alertar para os seus perigos e encorajar o abandono desta prática. Antes de conhecermos os perigos associados ao vício em pornografia, é importante saber o que é. A palavra
Ana Reis
6 min de leitura
This Once
Translated by: Sofia Perestrelo This once, I erased myself. I isolated myself. I wished to be lonely; alone. I wished to see none, hear none, to be there; to be beyond. I wished to think only of me; to think of you; think on the past; look to the future. This once, I was absent, I was silent. I did not wish to speak, laugh, sleep or cry. I went to write; I wrote.
Rita Coelho
1 min de leitura
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